Na fase anterior, diretoria e comissão técnica se revoltaram com a atitude do Emelec. Ao chegarem ao estádio George Capwell, em Guayaquil, a delegação foi informada por dirigentes equatorianos que os atletas não poderiam pisar no campo com chuteiras e sequer realizarem um trabalho utilizando bolas.
O veto irritou o técnico Muricy Ramalho, que decidiu retirar o time do estádio imediatamente. O grupo foi obrigado a fazer um treino no hotel em que estava concentrado. O São Paulo perdeu por 3 a 2, mas avançou em virtude da vitória por 4 a 2, no Morumbi.
Desta vez, o departamento de futebol do Tricolor procurou dirigentes do Atlético Nacional com antecedência e obtiveram a liberação. No ano passado, quando os clubes se enfrentaram nas quartas de final do mesmo torneio, os são-paulinos treinaram normalmente no gramado, autorizando até a presença de torcedores nas arquibancadas.
De acordo com o regulamento elaborado pela Conmebol, o time da casa é obrigado a liberar o reconhecimento do gramado desde que os visitantes utilizem calçados com sola de borracha. A realização de um treino depende do aval da equipe mandante.
Atlético Nacional e São Paulo se enfrentam a partir das 22h (de Brasília) desta quarta-feira. A partida de volta está marcada para 26 de novembro, no Morumbi. O vencedor deste confronto enfrenta Boca Juniors ou River Plate na decisão.


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